A segurança privada vai muito além da proteção do patrimônio. O vigilante também exerce um papel importante na proteção das pessoas, especialmente quando consegue perceber sinais de vulnerabilidade e risco.
Uma mulher assustada, alguém sendo perseguida, um ex-companheiro insistindo em entrar em um local ou até mesmo um pedido silencioso de socorro podem ser sinais que exigem atenção.
Mas é fundamental lembrar: o vigilante não deve investigar, julgar ou agir por impulso. A orientação é observar, avaliar a situação, acolher com respeito, seguir os protocolos da empresa, comunicar a supervisão e acionar os órgãos competentes quando necessário.
A cartilha “Por Elas, Para Elas — Proteger também é cuidar”, desenvolvida no âmbito de uma campanha nacional sob solicitação da Polícia Federal, reforça a importância do preparo, da responsabilidade e da humanidade na atuação dos profissionais de segurança privada.
Perceba. Proteja. Proceda.
Porque, na segurança privada, excelência técnica e humanidade caminham juntas.
🚨 Em caso de risco imediato:
Polícia Militar — 190
SAMU — 192
Corpo de Bombeiros — 193
Central de Atendimento à Mulher — 180
